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marcelo no méxico: casa do barragán

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Ontem fomos visitar a casa que don Luis Barragán projetou para ele mesmo- sempre dá essa curiosidade de conhecer… A casa fica num bairro bem popular da cidade, e assim foi escolhido intencionalmente. Barragán era devoto ardoroso de São Francisco de Assis. A casa tem uma estrutura de um monastério, onde dá pra perceber que cada entrada de luz, cada cor, foi minuciosamente estudada por ele. É bastante impressionante, cada ambiente que se entra é uma experiência diferente de formas, cores e luz. Já a fachada é horrivel (!), isso para não ostentar e valorizar o interior da casa. Assim Barragán pensava a sua vida… Todos os móveis foram desenhados por ele, absolutamente simples, iguais e repetidos em todos os ambientes. Pátios, aberturas e cores: tudo muito pensado e estudado como uma escultura de formas e proporções exatas. Infelizmente não se pode fotografar. Mas a imagem e a energia da casa não me sai da cabeça.

marcelo no méxico: minha turminha

Natália
Natália

Natália é de Monterrey, cidade que fica no nordeste, a segunda maior do México. Está no quarto ano da faculdade de arquitetura e já participou duas vezes do campeonato mundial de patinação de velocidade.

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Santiago

Santiago é de Guadalajara, que fica no sudoeste do México. De acordo com ele, sua cidade representa o México para o mundo. A tequila e os mariachis vêm de lá. Está no quarto ano da faculdade de arquitetura,a dora viajar para conhecer outras culturas e valorizar ainda mais a sua. 

Amelia

Amelia

Amélia é do estado de Chihuahua – é isso mesmo a cidade de onde vem o cachorro, aquele bem pequeno e chato, da cidade de Juarez, fronteira com os Estados Unidos, Texas. Ela conta que é uma cidade industrial, com grande diversidade cultural, paisagem desértica e dunas brancas que parecem neve. Ela quer fazer trabalhos sociais através de sua profissão. 

Yanshing
Yanshing

Yanshing é de Mexico df, a maior cidade da América lLatina. Está no último ano da faculdade de arquitetura. Apesar de achar a cidade muito caótica, tem bastante orgulho, e conta  que  é conhecida como a cidade dos palácios. Gsota de estudar línguas. Fala italiano, inglês e está aprendendo chinês como o avô e umas palavrinhas de português comigo.  

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jose oscar

José é da Guatemala capital. Em três horas pode estar no pacifico ou no Atlântico. Conta que sua cidade está num momento de grande transformação vertical e de reúso dos prédios históricos. Tem um centro cívico, com prédios de arquitetura funcional dos anos 50.
A moeda é o quetzal, um tributo a um pássaro quetzal. Está no quarto ano da faculdade de arquiteura, não vive sem música, tênis e arquitetura. É da seleção nacional de tênis. 

samuel

samuel

Samuel é do Porto Veracruz, que fica no Golfo do México, no centro do país, passagem obrigatória pra todo mundo que entra e sai. Foi a primeira cidade do México, onde o conquistador Herman Cortez chegou chegando. Tem montanhas, desertos, praias e vales. Samuel está no quarto ano de arquietura, adora colecionar, desde pedras a lâminas de metal. Gosta do que brilha (deve ter adorado o manto do Maracatu!). Quer trabalhar copm bioconstrução e poder dar mais qualidade de vida para pessoas de baixa renda.

Essa é a minha turma incrível! Estamos super sintonizados….

marcelo no méxico: começaram as oficinas

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Hotel Camino Real, de Legorreta

5 miradas, encontro internacional de cor na arquitetura sustentável, é uma proposta da maior empresa de tintas do México, que convidou 5 profissionais de vários cantos do mundo para dar sua mirada de como a cor tem influência no futuro da arquitetura sustentável.

Foram selecionados 30 alunos do último ano do curso de arquitetura de várias universidades do México  e e da América Central, e cada profissional convidado fica com 6 alunos e desenvolve um projeto para ser apresentado no final do seminário.

O encontro está sendo realizado no hotel Camino Real, um hotel dos anos 60 projetado por Legorreta, arquiteto celebrado no mundo todo, seguidor de Luis Barragan. Camino Real foi seu primeiro grande projeto , sua proporção é colossal fazendo referência às construções coloniais espanhola criando vários pátios por todas as partes, e o uso de cores não poderia ser mais inspirador, muito amarelo puro e o rosa tão usado por Barragan, também presente em muitos elementos populares latinos.

marcelo no méxico: feliz dia dos mortos

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Estar no México é um grande prazer, principalmente quando coincide com o Dia dos Mortos, uma festa que equivale ao nosso Carnaval. As pessoas saem na rua fantasiadas de esqueletos, crianças vestidas de bruxas e de bonecas mortas. A Bertha minha filha (que é fã do Tim Burton) adoraria…

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