Arquivo da tag: Douglas Garcia

melissa et circenses, spfw janeiro 10

Mais sobre o lounge.

Fotos de Douglas Garcia.

Trilha de Jackson Araujo.

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a exposição da linha caruaru na micasa

Para o lançamento da Linha Caruaru, montamos uma exposição com os móveis na loja Micasa.

A cena ficou assim:

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Ao som de O Sertanejo Escandinavo, trilha especialmente assinada pelo Jackson Araujo.

Animada pela  A Saga do Homem Entusiasmado,  vídeo produzido pela Cherry.

(Tudo fotografado pelo Douglas Garcia.)

Leia mais sobre a Linha Caruaru: o convite, a exposição, a trilha, o vídeo, o catálogo, as xilogravuras de J.Borges, o falatório.

dalva e dito inclusive

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O projeto do restaurante Dalva e Dito- dos chefs Alex Atala e Alain Poletto, partiu da proposta de resgatar a comida colonial brasileira.

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Pelo nosso entendimento deste briefing, partimos para a criação de um espaço físico qualificado para abrigar e ampliar este resgate. Concebemos o projeto como um grande palco mesmo, que ofereça recursos e possibilidades estéticas, funcionais e emocionais, para que o colonial brasileiro ganhe expressão no espaço e no tempo atual.

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A nossa pesquisa começou com uma viagem de estudo a Ouro Preto (MG), diretamente na fonte do patrimônio arquitetônico brasileiro preservado.

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Olhamos para as casas, para as igrejas, paras as janelas e portas. Para a cor do chão e do céu. Para as medidas e para as proporções. Para o cheiro que se espalha na hora das refeições. Para o andar dos que apenas passam. Todo o entorno nos interessou, além das belas artes, treliças, azulejos e pisos hidráulicos. Olhamos para além de Minas Gerais.

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Revivemos a imagem do Brasil Colonial. Voltamos com a memória brasileira fresca, na cabeça e no coração.

O conceito do projeto é a inclusão dessa memória, pois acreditamos que não há resgate sem inclusão- da cultura, do objeto e do homem artista e cidadão.

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O Dalva e Dito foi construído assim. As proporções são generosas. As paredes são de Super Adobe, uma evolução da taipa de pilão; nas cores do barro com tingimentos naturais, construídas por jovens de risco social capacitados pelo Instituto Arapoty (organização voltada para a difusão dos valores sagrados indígenas). As mesas são de restos de piso de madeira de demolição. Grandes tapetes de piso hidráulico recobrem o piso. A escolha dos objetos e obras de arte privilegia a nossa arte popular, mescla valores e faz uma ponte com a sofisticação dos acabamentos dos ambientes. 

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 As treliças fecham o teto e área externa do terraço: como nos tempos da colônia, abrigando a iluminação interna, servem de grandes lamparinas para quem está dentro ou de passagem pela rua. Sinalizam o lugar de encontro e reencontro das nossas Dalvas e Ditos, do Brasil Colonial com sabores de hoje.

piso: ladrilhos hidráulicos Brasil Imperial

 paredes: Super Adobe Instituto Arapoty http://institutoarapoty.blogspot.com/

 painel de azulejos:  Athos Bulcão www.fundathos.org.br

muxarabis: Marcenaria  Artífice

marcenaria mesas: Uirapuru Ecowood

 antiguidades: Casarão Artes e Antiguidades

 rosário: Joelson Gomes joelsonbiu@gmail.com

adega: Maison des Caves

 sofá: Rosenbaum Design, tecido Mercedes Tissume www.tissume-mercedes.blogspot.com

 mesas espera: Rosenbaum Design

 paredes em madeira: Masisa www.masisa.com

grafite: Derlon Almeida www.derlonalmeida.blogspot.com 

coleção de objetos: acervo Rosenbaum Design 

projeto de iluminação: Cia da Iluminação, Carlos Bertolucci 

construtora: Honda Engenharia

 fotos: Douglas Garcia e Cássio Vasconcellos  

 

 

livro: espaços cenográficos MARCELO ROSENBAUM

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Espaços Cenográficos, Escala 1:20, Marcelo Rosenbaum
Textos: Bia Villarinho
Editorial: Cris Corrêa
Prefácio: Maria Helena Estrada
Ilustrações: Rosenbaum Design
Projeto Gráfico: Marcelo Mario Design
Fotografias: Douglas Garcia, Mauro Mota (Nova Schin) e André Brandão (retrato)
Fotografia de capa: Mauro Motta
Desenhos técnicos: Laércio Souza
Editora: C4