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galeria zipper

A semana começa com o início das obras da Galeria Zipper. Um projeto encomendado pelo marchand Fabio Cimino, para sua nova galeria de arte.

A Zipper será aqui em São Paulo, nos Jardins, na Av. Estados Unidos, 1494. Como curiosidade, um ponto que já tem história: nos anos 80 foi onde funcionou a Galeria de Pietro Maria Bardi.

A proposta é de uma galeria para artistas jovens. E o projeto acompanha com um conceito simples, inovador, versátil e de escolhas sustentáveis: no desenho, nos materiais e nas funcionalidades.

Recepção e café integrados, com alternativa de ainda integrar essa área com o acervo ou de manter o acervo privativo.

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Área de exposição com duas paredes móveis, pivotantes, que possibilitam a variação do layout, de acordo com a demanda das exposições.

Ambiente confortável com telhado térmico acústico e iluminação zenital, e móveis de madeira pinus certificada.

Uma das prioridades do projeto foi utilizar ao máximo a estrutura já existente, como forma de reduzir o impacto ambiental da obra. Inclusive, com o aproveitamento da laje superior que será transformada em área de descanso. Um bom começo, e boa semana pra todo mundo!

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sábado tem lar doce lar!

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Fotos Beto Consorte

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O Nicota, restaurante de Marisa Campos, acabou de abrir as portas, para almoços de segunda à sábado, das 12 às 15h. Hoje é dia de Fraldinha ou Pene, acompanhado de salada. Todo dia, dois pratos, um lugar igualmente gostoso e o talento e simpatia de Marisa. Bem-vindo seja Nicota no nosso almoço!

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Nicota
rua Costa Carvalho, 72  Pinheiros  tel. 30316373

dalva e dito inclusive

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O projeto do restaurante Dalva e Dito- dos chefs Alex Atala e Alain Poletto, partiu da proposta de resgatar a comida colonial brasileira.

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Pelo nosso entendimento deste briefing, partimos para a criação de um espaço físico qualificado para abrigar e ampliar este resgate. Concebemos o projeto como um grande palco mesmo, que ofereça recursos e possibilidades estéticas, funcionais e emocionais, para que o colonial brasileiro ganhe expressão no espaço e no tempo atual.

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A nossa pesquisa começou com uma viagem de estudo a Ouro Preto (MG), diretamente na fonte do patrimônio arquitetônico brasileiro preservado.

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Olhamos para as casas, para as igrejas, paras as janelas e portas. Para a cor do chão e do céu. Para as medidas e para as proporções. Para o cheiro que se espalha na hora das refeições. Para o andar dos que apenas passam. Todo o entorno nos interessou, além das belas artes, treliças, azulejos e pisos hidráulicos. Olhamos para além de Minas Gerais.

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Revivemos a imagem do Brasil Colonial. Voltamos com a memória brasileira fresca, na cabeça e no coração.

O conceito do projeto é a inclusão dessa memória, pois acreditamos que não há resgate sem inclusão- da cultura, do objeto e do homem artista e cidadão.

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O Dalva e Dito foi construído assim. As proporções são generosas. As paredes são de Super Adobe, uma evolução da taipa de pilão; nas cores do barro com tingimentos naturais, construídas por jovens de risco social capacitados pelo Instituto Arapoty (organização voltada para a difusão dos valores sagrados indígenas). As mesas são de restos de piso de madeira de demolição. Grandes tapetes de piso hidráulico recobrem o piso. A escolha dos objetos e obras de arte privilegia a nossa arte popular, mescla valores e faz uma ponte com a sofisticação dos acabamentos dos ambientes. 

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 As treliças fecham o teto e área externa do terraço: como nos tempos da colônia, abrigando a iluminação interna, servem de grandes lamparinas para quem está dentro ou de passagem pela rua. Sinalizam o lugar de encontro e reencontro das nossas Dalvas e Ditos, do Brasil Colonial com sabores de hoje.

piso: ladrilhos hidráulicos Brasil Imperial

 paredes: Super Adobe Instituto Arapoty http://institutoarapoty.blogspot.com/

 painel de azulejos:  Athos Bulcão www.fundathos.org.br

muxarabis: Marcenaria  Artífice

marcenaria mesas: Uirapuru Ecowood

 antiguidades: Casarão Artes e Antiguidades

 rosário: Joelson Gomes joelsonbiu@gmail.com

adega: Maison des Caves

 sofá: Rosenbaum Design, tecido Mercedes Tissume www.tissume-mercedes.blogspot.com

 mesas espera: Rosenbaum Design

 paredes em madeira: Masisa www.masisa.com

grafite: Derlon Almeida www.derlonalmeida.blogspot.com 

coleção de objetos: acervo Rosenbaum Design 

projeto de iluminação: Cia da Iluminação, Carlos Bertolucci 

construtora: Honda Engenharia

 fotos: Douglas Garcia e Cássio Vasconcellos  

 

 

inspiração nicota

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Marisa Campos,  amiga e chef de mão cheia, logo, logo, abrirá as portas do bistrô NICOTA. O nome é uma homenagem à avó Nicotinha, que, entre outras heranças gostosas, deixou  sua coleção de postais. Um lugar cheio de memórias e inspirador para o talento de Marisa.

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 rua Costa Carvalho, 72, pinheiros, são paulo

proposta para blumenau, sc

O desejo de sair da urbanização tradicional e criar a possibilidade de um centro de convívio com todas as técnicas sustentáveis, neste momento de fragilidade da cidade de Blumenau, será a oportunidade renovadora de criar o novo bairro: células sustentáveis.

 

O novo desenho urbano terá dimensões controladas, infra‐estrutura de mínimo impacto ambiental, grandes cinturões verdes repletos de árvores frutíferas, zonas agrícolas em meio às casas, drenagem natural da superfície, orientação solar, uma rede de caminhos para pedestres e ciclovias interligadas na rede da cidade.

 

A idéia é proporcionar um conjunto de princípios e tecnologias sustentáveis com maior conservação de energia, coleta seletiva de lixo, aproveitamento da compostagem para hortas e pomares, reaproveitamento da água da chuva através dos canais de infiltração, gestão de resíduos sólidos, produção de alimentos no local e o principal: criar o bem-estar entre as pessoas.

 

Assim, o planejamento do novo bairro deverá ser feito fora das áreas atingidas pelos desmoronamentos, respeitando a geografia e topografia locais, que deverão ser elaborados em conjunto com o planejamento das residências e outros usos, como comércio e empresas de pequeno porte.

 

As residências são imaginadas como núcleos das células sustentáveis, que constituem o emprego de materiais sustentáveis, a adoção de princípios bioclimáticos, o tratamento de eflentes água cinza e negra com plantas, a habitabilidade adequada, a autoconstrução por meio de tecnologias apropriadas, os espaços para atividades geradoras de renda, as possibilidades para futuras ampliações e o remanejamento de espaços.

 

Desenvolveremos a edificação-tipo para ser implantada em conjunto com a infra‐estrutura do bairro, cuja meta é oferecer uma casa que resgate a dignidade do ser humano: que seja funcional, confortável, com avanços significativos de sustentabilidade, de baixo custo e bonita.

A construção sustentável deve reproduzir as características originais do meio ambiente natural que são:

Planejamento sustentável da obra

Aproveitamento passivo dos recursos naturais

Eficiência energética

Gestão dos resíduos na edificação

Qualidade do ar e do ambiente interior

Conforto térmico‐acústico

Uso racional de materiais

Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis

 

 

Conceito e projeto de Marcelo Rosenbaum e Henrique Pinheiro 

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imagens de  Marcelo Rosenbaum  – dezembro/2008